Manefastos Dadaesmos é uma interferência Dadá na pesquisação da Ecoaecoa Coletivo, que desde 2007 estuda, propõe e experimenta uma abordagem transdisciplinar para a aprendizagem criativa em artes visuais. Através da criação de jogos, dispositivos de criatividade e metodologias de aprendizagem criativa, são relacionadas principalmente as temáticas: educação popular, artes visuais, cultura digital e ecosofia, que, por meio de um tipo de ação autônoma, empreendedora e poético-transformadora de arte integrada que opera, interage e propõe diálogos criativos entre diferentes ambientes, linguagens e públicos. Ecoaecoa Coletivo é um ser coletivizante em processo criativo autopoiético, que estimula a colaboração e geração de parcerias como a deste projeto, em que faço um link com a pesquisa sobre criação e uso de materiais didáticos e objetos de aprendizagem em processos de educação em artes visuais. Nesta etapa busco contribuir com a elaboração de propostas co-autorais que pensem a relação entre o fazer artístico e a educação, encontrando como principais referências teóricas, conceitos e obras de filósofos e educadores-críticos, tais como Félix Guattari, Paulo Freire, María Acaso e Stewart Home. Além dessas, elegi como referência imagética a obra da artista Dadá Hannah Höch, e seu trabalho com photocolage, como ponto de partida para a elaboração e experimentação de um recurso pedagógico criado para propor o diálogo através de imagens entre grupos de contextos distintos, inicialmente em Porto Alegre. Um grupo é de crianças de uma escola pública da Restinga; outro, de artistas e educadores ligados à Casa de Cultura Mário Quintana; e um terceiro, ligado a um trabalho de educação popular. O diálogo entre esses contextos se dá através da sugestão de temas a serem vistos-fotografados, tanto no ambiente cotidiano, como em livros e revistas de bibliotecas públicas e pessoais. Essas fotos, ao serem compartilhadas, vão sendo repensadas e editadas em um jogo de recortes e colagens analógicas e digitais. Através do uso de aplicativos livres é desenvolvido, posteriormente, um diálogo verbal-imagético com proposições que partem das identidades individuais para o encontro de identidades coletivas elaboradas em co-autoria, para então ser finalizado em uma editoração e publicação analógica (como livreto-revista-zine) e digital (na plataforma livre para gestão compartilhada de conteúdos multimídia com semântica espacial FIC - fronteirasimaginárias.org). Também há uso de um blog como ambiente de compartilhamento e difusão de conteúdos e imagens entre os grupos. Como resultado se tem uma publicação que reúne a compilação dos conhecimentos e conteúdos gerados com autoria coletiva e editorado com a Editora Educadora Ecoaecoa como um manifesto-objeto de aprendizagem, ou seja, um Manefasto Dadaesmo pela Escola Expandida 2.0.
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domingo, 29 de junho de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Dadá, Arte e Antiarte - Resenha
Richter
Hans, DADÁ, Arte e Antiarte – 1964 – Alemanha
Título
original: Dada: Kunst und Antikunst - Arte moderna - século 20
Tradução:
Marion Fleischer
1. Características do
DADÁ ou da ANTIARTE:
“O DADÁ colheu a
confusão que semeou, mas essa confusão era pretexto.” (pág. 3)
- Contradições: arte –
antiarte, positiva – negativa, moral - amoral
- Confusões com a
pretensão de ser oposição
- Provocações contra a
burguesia
- Estilo
Polemico-literário barulhento
- Revolução nem tão
polêmica nas Artes Visuais
- Busca pela Liberdade e
novas formar de ser e estar no mundo
- Entusiamos e alegre
desprezo pela banalidade
- Independência
Espiritual
- Guerra Ideológica por
uma nova ética artística
- Atitudes anárquicas
enquanto movimento
- Sua busca resumia-se a
pergunta PARA QUÊ, PARA ONDE?
- Arte como ação
subversiva e denunciativa:
“A confusão do DADÁ
era um pretexto. Nossas provocações, demonstrações e oposições
constituíam tão somente um meio de atiçar a raiva do burguês
filisteu e, através da raiva, induzi-lo a um despertar
envergonhado.” (pág. 3)
sábado, 9 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Idea para jogo de cartas dada
Brasil – Um País de Tolos é o nome do novo jogo de cartas, prestes a ser lançado, assim consiga o apoio necessário no catarse. Dividido em seis naipes, o baralho contém 90 cartas, em que cada uma representa uma personagem da sociedade brasileira.
E o melhor parecem ser as frases que
acompanham as cartas, imortalizadas pelas respectivas personagens – cada
uma, além da citação famosa, tem também uma pontuação correspondente.
Entretenimento, esporte, política, literatura, ficção, sociedade são os
naipes de ‘tolos’ disponíveis.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Colagem – Esta técnica tem História – Hannah Höch, a pioneira da fotomontagem
Hannah Höck
Hannah Höch - Uma mulher à frente de seu tempo
Hannah Höch (1889-1978), artista alemã, foi uma das mais importantes representantes do movimento Dadaísta e, juntamente com Raoul Hausmann, com quem teve um relacionamento, foi pioneira na arte da fotomontagem.
Formada na Escola de Artes e Ofícios de Berlim, durante a carreira, Höch
fez muitas amizades influentes, com Kurt Schwitters e Piet Mondrian,
entre outros. Em 1914, no início da Primeira Guerra Mundial, deixou a
escola para trabalhar com a Cruz Vermelha. Participou do grupo Dadaísta
de Berlim de 1917 a 1922.
O relacionamento com Hausmann começou como uma amizade, mas aos poucos
se transformou em um relacionamento intenso, extraconjugal por parte
dele. Durante esse relacionamento, após enfrentar dois abortos, passou a
defender o direito das mulheres ao controle reprodutivo. Muitos de seus
trabalhos refletem a ideia de que as mulheres eram vistas como pessoas
incompletas, com pouco ou nenhum controle sobre suas vidas. Muitas de
suas peças criticam com ironia a indústria da beleza, que em sua época
ganhava impulso significativo nos meios de comunicação através da
ascensão da moda e da fotografia publicitária. Hannah Höch também fez
fortes declarações sobre a discriminação racial.
Sua opção pela fotomontagem, reconstruindo imagens de revistas, um meio
de comunicação de massa, foi de encontro ao questionamento da arte,
proposto pelo movimento dadaísta.
O seu trabalho como artista foi reconhecido tardiamente, já que era
comumente citada, e acabou ficando conhecida, como a companheira de
Raoul Hausmann. Em 1926, enquanto residia na Holanda, conhece e mantém
um relacionamento de nove anos com a escritora Til Brugman. Em 1938,
casa com o empresário e pianista Kurt Matthies, divorciando-se em 1944.
Embora, durante a sua vida, o seu trabalho nunca tivesse sido
verdadeiramente aclamado, ela continuou a produzir as suas fotomontagens
e a exibi-las até a data da sua morte.
![]() |
| Hannah Höch, Grotesque,1963 |
![]() |
| Hannah
Höch: “Siebenmeilenstiefel”, 1934, Photomontage, 22,9 x 32,29 cm,
Hamburger Kunsthalle, Kupferstichkabinett | © Christoph Irrgang, VG
Bild-Kunst, Bonn 2011/Courtesy Kunstsammlung NRW |
![]() |
| AdicionarHannah Höch, Cut with the Dada Kitchen Knife through the Last Weimar Beer-Belly Cultural Epoch, 1919 |
Hannah Höch – Wikipedia (português)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hannah_H%C3%B6ch
Hannah Höch – Wikipedia (inglês)
http://en.wikipedia.org/wiki/Hannah_H%C3%B6ch
Viva la Vulva
http://vivalavulva.wordpress.com/2010/07/26/hannah-hoch/
Collage - Hannah Höch
http://169riveroc.blogspot.com.br/2009/08/collage-hannah-hoch.html
Moma – The Collection
http://www.moma.org/collection/object.php?object_id=37360 legend
domingo, 1 de setembro de 2013
Neo Dada
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Retroactive I. 1964 - Rauschenberg, Robert (1925-2008) |
Outros Nomes
Neo-dada, Neodadá, Néo-dada, Neodadaísmo
Neo-dada, Neodadá, Néo-dada, Neodadaísmo
Definição
Nos
Estados Unidos, na década de 1950, artistas como Robert Rauschenberg
(1925-2008) e Jasper Johns (1930) retomam certas orientações do dadaísmo no que ficou conhecido como o neodada. A denominação dessa vanguarda nova-iorquina - localizada na passagem do expressionismo abstrato à arte pop e ao minimalismo -
liga-se precisamente à recuperação de algumas conquistas do movimento
dadá, sobretudo ao uso que os dadaístas fazem de objetos e temas
derivados do mundo diário, da mídia e da publicidade, mitigando as
fronteiras entre arte e vida cotidiana. O neodada reabilita
procedimentos como a assemblage e a apropriação,
pela utilização de objetos extra-artísticos nos trabalhos de arte. A
inspiração primeira são os ready-mades de Marcel Duchamp (1887-1968),
construídos a partir da combinação inusitada de elementos da vida
cotidiana ou das simples exposição de objetos comuns.
mais
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| Body Prints Vancouver: 19/05/06, performed at The Grunt Gallery, Vancouver. |
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